Buscar
  • Nel Bispo

Milton Nascimento - MiNas - Miltons

Atualizado: Jun 21

Miltons, é isso que você tem !

Nessa sua voz

Nessa sua música

Nessa sua cor...


Observem que esse blog não é nada biográfico, porquanto é fanático e "apaixonático"...



As montanhas de Minas, que não têm mais trem, mas tem Miltons, ainda bem !

"O trem que chega é o mesmo da partida, traz gente pra ficar; parte com gente que vai pra nunca mais; tem gente que vem e quer voltar; tem gente que vai e quer ficar; tem gente que veio só olhar; tem gente a sorrir e a chorar". Isso se repete(tia) todos os dias na estação. Pena que não temos mais trem e agora, isso é que nos faz chorar! Trem de ferro, ai que saudade você me dá!

Trecho da música "Encontros e Despedidas", de Nascimento e Brant, adaptado por Nel Bispo


Post Instagram



Resposta Post Instagram



Relíquia 2:


"TRESPA: O MUNDO.

ATÉ QUE A

MÚSICA CRESCEU

DEMAIS NO

PEQUENO BITUCA" (a)

Nota: "TRESPA", apelido de Três Pontas

"Numa especial cortesia das Massas Andorinha, fabricadas com ovos frescos e a melhor farinha, a ZYV-36, Rádio Clube de Três Pontas, está apresentando... Você pede a música, um programa onde quem manda é o ouvinte! E dando prosseguimento à seleção de hoje, vamos atender ao pedido de Neusa Imaculada, da Rua XV de Novembro. Neusa quer ouvir Desafinado, música esta que dedica ao Jorginho da Caldeira como prova de sincera afeição...

Talvez Neusa Imaculada tivesse mesmo bom gosto, mas o mais provável é que ela nem existisse: o 'ouvinte' que mandava no programa era o próprio disc-jockey, que desandava a ouvir seus Joãos Gilbertos e seus Henrys Mancines.

Além de trabalhar como radialista e estudar num curso técnico de contabilidade, o dono do programa tocava viloão e cantava no Luar de Prata, um conjunto vocal 'assim na base dos Platters americanos', segundo ele.

Pelo menos duas fortes razões haviam contribuído para que ele se tornasse programador musical: ao invés de ouvir músicas na cozinha de casa ('onde os sons eram bem claros'), podia fazê-lo com muito mais conforto no aparelhado estúdio da emissora; e - já em avançada adolescência -, precisava de dinheiro para 'pagar o cinema e as biritas'." (b)


Com o "Conjunto Luar de Prata, que formara com Wagner Tiso (mais tarde pianista do conjunto Som Imaginário e arranjador de músicas de Milton), Toninho Brito, Teresa e Guido. Apresentavam-se no Automóvel Clube, em bailes e shows. Fizeram também uma excursão a Herculândia(SP), onde foram tão bem recebidos que dormiram na cadeia. (Cuidado com interpretações apressadas: algumas celas vazias foram cedidas por deferência do delegado)". (c)


...Logo depois, esse tal Bituca que já tinha se juntado a esse tal Wagner Tiso, juntaria-se também a um tal Lô Borges, um tal Beto Guedes, um tal Flávio Venturini, um tal Toninho Horta, um tal Tavito, um tal Tavinho Moura, um tal Nelson Ângelo, um tal Robertinho Silva, um tal Luis Alves, um tal Vermelho, um tal Rubinho e outro tal Fernando Brant... e, mais tarde, montariam um tal CLUBE DA ESQUINA, que me lembro muito bem, eu ficava sonhando como seria participar dessa turma; isso mesmo, eu o chamava de TURMA DA ESQUINA, sim porque aquela era uma época tão boa e inesquecível, que acredito que o mundo todo tinha a sua "turma". Lá na minha vila, tinham várias, a minha era a "Turma do Manoel ou Nel", pois alguns amigos me chamavam de uma maneira outros da outra; tinha também a "Turma da Rua Três", "Turma da pracinha", "Turma do Zagão" e por aí vai (ou ia...). Mas isso, é uma outra história...





Trechos (a), (b) e (c), e fotos, extraídos da Coleção "Nova História da MÚSICA POPULAR BRASILEIRA", que acompanhava um disco de 10", que também o tenho.

2a. Edição, Revista e Ampliada (1976), da Abril Cultural.

Fotos: Créditos nas fotos.




Ilustração de Elifas Andreato. Capa da citada coleção. Foto: J.Ferreira da Silva/Abril Press




Relíquia 1:




LP Courage, de 1969, segundo álbum do nosso Bituca (e o PRIMEIRO QUE COMPREI, com meu parco dinheirinho que juntei, já nem me lembro por quanto tempo, pois minha mãe me dava uma "mesadinha", que utilizava para meu deleite infantojuvenil), gravado nos Estados Unidos, com arranjos e regência de EUMIR DEODATO, brasileiro radicado naquele país.


Nessa época eu também gostava de desenhar, criar "letras gráficas", colocar sombras... Eu já era um "letrista" e não sabia...rsr

Pena que não guardei quase nada desse tempo, apenas algumas inscrições que colocava nos meus discos, acreditando que assim, com a minha "marca", ninguém os surrupiariam (ledo engano!).



Esse foi o meu primeiro blog e o concluí há quase um ano. Há dois dias (11/04/20), ao ver um POST do Bituca no Instagram, sobre o álbum MINAS, onde imediatamente respondi à pergunta dele, pois sou conhecedor da história na época do acontecido, vez que ele a publicou no encarte que fazia parte do disco (era um hábito maravilhoso que ele tinha quando do lançamento de suas obras). Aí, pra comprovar que sabia da história, pensei em fazer um post, e comentar sobre o menino que criou o título, fazendo a união das primeiras sílabas do seu nome e sobrenome e sugeriu a ele, que achou incrível a ideia e assim o fez. Fui atrás da minha caixa de vinis e lá encontrei o dito LP, original que comprei no lançamento, para certificar o encarte que tratava desse assunto: ...aí vi que a comodidade da internet e desses dois principais fenômenos que nela habitam, Google e YouTube, que reputo como as melhores coisas desse mundo cibernético e agradeço por isso, acabam nos fazendo preguiçosos e acomodados, e a gente esquece que tem um acervo físico, escasso é claro, mas de valor inestimável. Foi assim que encontrei essas duas relíquias que fiz questão de colocar aí acima. A ordem numérica foi invertida propositadamente, pois a número 2 que aparece primeiro, conta a história antes do surgimento da número 1, embora o veículo que a publicou, obviamente o fez posteriormente.







"Todo artista tem de ir aonde o povo está" ¹.

Mesmo que não mais tenha estrada de ferro para o levar...

Este, obrigatoriamente, tinha de encabeçar a minha lista de qualquer coisa que faça-me referir à música e, no caso em tela, tinha de ser o primeiro a falar no meu Blog: O nosso BITUCA.



LP Caçador de mim - Nos Bailes da Vida - 1981- Gravadora Philips

Acredito que gosto, não escolhemos, já vem incluído em nosso DNA, na maioria das vezes. Claro que tem aqueles que aprendemos a gostar, ao longo de nossas vidas, em virtude de inúmeros fatores, estes, creio que nem sempre são eternos; podem acabar no sentido inverso, ou seja, desaprendemos de gostar.


Não me recordo exatamente quando essa paixão aflorou, mas sei que foi entre o final de minha infância e começo da adolescência, no período dos grandes festivais da canção, embora ainda em formação, já despertara meu prazer pela boa música e ele, certamente, foi o meu grande influenciador.


Ainda estava forte a minha ligação com minha terra natal (sei que essa ligação jamais romperá); lembranças vívidas de minhas raízes que ele trazia como que feitas exclusivamente para mim, pois naquela época, metade da minha existência tinha vivido lá, nas Minas Gerais, Pirapora, Cachoeira do Manteiga, para ser mais exato... Quanta saudade, parece que foi ontem ou anteontem ou será "transantontem" ?!?


Digo isso porque Milton Nascimento Canta Minas. Minas do "queijim", do "docim", do "leitim", do "torresmim", dos "trem", da coisa... Das "Coisas de Minas" ² , da boa conversa; você que não conhece... "A porta aberta, bem-vindo à casa, prazer conhecer, se a conversa acabar na cozinha, já é da família, melhor pra você" ³.


Angelus - Coisas de Minas - 1994 - Warner Music Brasil

Ele é mineiro, tanto quanto ou até mais que eu, embora lá não tenha nascido (fez o caminho inverso de mim) e, isso o faz ter esta vantagem sobre mim, pois para lá foi levado e aprendeu a gostar. Aqui, neste caso, a minha máxima do gosto, não se aplica, está na exceção, claramente.


Minas gerais se eu tivesse um ponto de apoio, botava uma "rudia" na cabeça e carregava "ocê" comigo. E, "óia" que "dô" conta hein...


Milton, sou sincero em dizer que não sou capacitado para ser o porta voz para transmitir o que você representa para a música mundial, mas deixo aqui minha pequena contribuição e meu agradecimento, por tudo que para mim tu és. Gosto de tudo que você faz, pois em cada letra, cada música, cada canção, retrata o seu (nosso) jeito mineiro de ser, quando não por suas próprias composições, também adentra no universo desconhecido da grande maioria, através das nossas cantigas (não só de Minas), do nosso folclore, dos nossos poetas, desde "Barulho de Trem" ⁴ (tinha que começar com trem...), passeando no "Último Trem" ⁵, (olha o trem de novo aí) onde "Chora ó meu povo, chora ó meu maquinista" ⁶, (pena que não teremos mais trem...), até quando tu queiras presentear-nos com sua obra sublime.


Ensaio de Milton Nascimento e Conjunto Holiday - Data: 1963 - (Seria do Barulho de Trem? ) - Autor: NI - Acervo IACJ/jobim.org

CD duplo com as trilhas sonoras dos ballets Maria Maria e Último Trem, que Milton compôs e gravou em 1976 e 1980 para o Grupo Corpo, de Belo Horizonte (MG), mas - até 2002 - não havia lançado em disco

Você com seus parceiros da turma da esquina e suas canções sensíveis, adoráveis e comoventes, que vem da alma, percorrem todos os sentidos e saem por nossos poros. Esta é a explicação que encontrei para o fato de elas, sempre que as ouço, deixarem-me eriçado, parecendo que torno à velha Minas, com suas guloseimas, seus quitutes e iguaria ímpar e seus saudosos trens (Ah!... os trens, por que, afinal, acabaram com eles...?!?).


Minas, que não tem mais trem

Minas que não "panha" mais os "trem", pois a coisa não mais vem...

Minas, lugar de se comer tão bem

Minas, que me faz te querer bem

Minas, que faz chorar o mar, por não te banhar também

Minas, onde o Bituca não mais vai esperar o trem

Minas, cujo mineiro jamais perdia o trem

Minas, que não tem mais trem...


Milton, cantar Minas, ousei eu...

Pensei, iniciei, repensei, insisti, resisti e... desisti!

Ao contrário de Caetano, na música "Sozinho", do Peninha, interpretada por Tim Maia, quando ele desistiu de cantar, mas, não resistiu.

Cantar Minas, ousei eu

Desisti, porquanto esse poder é só seu.


Só em uma coisa você pecou e é absolutamente perdoável, vez que sua timidez e modéstia o impediram de fazer: Você não cantou você !


E, por falar em cantar você, acho que isso tem algum poder de transformação, ou de inspiração, pois baixou em mim, enquanto escrevia este blog, um desejo enorme de "escrever você" e, foi o que fiz. Me perdoe se não gostar, se um dia a vir, mas, de uma coisa tenho certeza; Se ainda estivesse uma pessoa aqui, entre nós, ela faria desta escrita, algo divino e merecedor de você: Elis Regina.


Ela, que foi o seu grande amor, desde aquele encontro insólito, no Festival do Berimbau de Ouro, quando a cruzou e, para não incomodá-la, pois já a considerava um mito, abaixou a cabeça e passou direto, quando de repente ouviu... "...Mineiro não tem educação não é ?!? Porque aqui, a gente quando é de manhã, dá bom dia; quando é de tarde dá boa tarde e quando é de noite, dá boa noite...". Você gaguejou, tentou justificar-se, sem chance, recebendo apenas o convite/intimação para ir à sua casa e cantar aquela música que cantara há quatro anos na casa da Luisa. E, o pior é que ela cantou referida canção, deixando-te de queixo caído, ao que exclamou: "Memória, meu caro...". E, foi assim que você a conheceu. A partir daquele dia, vemos aí uma real exemplificação do que representa a frase "recíproca verdadeira": a adoração extravasada que ela cultuava por você e o seu amor platônico por ela. Tão platônico que reputo ter perpetuado com a filha, que é a sua continuação, "escarrada e cuspida" (pra não fugir do nosso "mineirez"), premiando-nos com essa prorrogação da nossa grande deusa da MPB.


Milton Nascimento está para Elis Regina,

Assim como Elis Regina

Está para Milton Nascimento !


Milton e Elis. Deus não só sabe o que faz; o faz bem feito!

Música: Caxangá Intérpretes: Milton e Elis AA: Milton Nascimento/Fernando Brant Postado por: Jõao Qualquer




Sei também que gosto não se discute e não estou aqui para contrariar, todavia, que perdoem-me os demais, mas ouvir Milton é fundamental, ouvir Milton é bom demais !


*Como eu disse, gosto de tudo que você faz

Só não gostei quando mudou o "cabelim"

Você, que nunca foi nenhum "pitelzim"

Depois disso então, ficou mais "feim"

Preferia muito mais com o "bonezim"*


Você é de Minas, é do Brasil, você é latino, você é do Mundo, quiçá de todo o Universo!


Ah, apenas como ilustração, quero deixar também aqui registrado, que Milton, não é "só" música. Dentre tantas outras coisas que faz e, com amor, tive o privilégio de ver a exposição Guerra e Paz, de Portinari, no Memorial da América Latina, na minha São Paulo e ouvir parte do poema "A Mão" de Carlos Drummond de Andrade, narrado pelo próprio e a interpretação na ponta do pincel dos painéis "Guerra e Paz", de Fernando Brant, na voz do nosso Milton. Confesso que chorei, de tanta emoção e pela surpresa, pois nem imaginava que essas quatro maravilhas da nossa arte, estariam juntas para meu deleite. Sei que jamais verei novamente.


Painéis Guerra e Paz, medindo 14 x 10m cada, de Cândido Portinari, em exposição no Memorial da América Latina, foto de Luciano Guelfi - São Paulo, 2013

1o. Texto: Trecho do poema "A Mão" - de Carlos Drummond de Andrade Intérprete: O mesmo 2o. Texto: "A Guerra e a Paz" - de Fernando Brant Intérprete: Milton Nascimento Postado por: Renato Esteves





Bem, acredito muito, que falar de Milton é algo infinito e, um simples Blog é absolutamente ínfimo para isso, porém, de qualquer forma deixo aqui minha pequena contribuição e um início, pois sei que é impossível parar por aqui e, assim, para resumir procurei um adjetivo para defini-lo, ...não encontrei.


Tentei criar um, impossível para mim

Então, pensei, vou misturar tudo e ver no que dá

Não deu

Até que desisti e vi 

Que ele estava o tempo todo aí

O mais comum

Pois vi que Milton é...


Monstro, siM

Ídolo e daÍ

Nosso MiltoN

Amigo, amigA

Simples demaiS 


Caramba, tudo que penso dele, me leva à Minas, por todo lado...

Não existe adjetivo para definir Milton.

Encontrei o que mais se aproxima, o mais puro e natural e acho que é esse que ele daria pra si:


...Milton é SIMPLES !





E, para dar uma pausa, sim, uma pausa, pois falar de Milton, como dito, não tem fim, procurei uma frase para o definir e, dentre tantas, uma mais bonita (e verdadeira) que a outra, também não encontrei...


"A PALAVRA INVENTIVO NÃO O DEFINE TÃO BEM COMO A PALAVRA ORIGINAL, E ELE É, SOZINHO, UM MOVIMENTO." CAETANO VELOSO


"O MILTON TEM UMA CERTA ALTIVEZ, UMA COISA DE ALMA QUE SABE QUE É GRANDE." GILBERTO GIL


"CORRENDO NA FRENTE DO TEMPO, ACIMA DO QUE FICOU COMBINADO, SEMPRE MUITO MAIS DO QUE PODERIA SE IMAGINAR, O SOM DO MILTON, INQUIETO E AFLITO, COM A CERTEZA CALADA DE QUEM ESTÁ FIRME NOS PÉS APESAR DE TODAS AS DORES." EDU LOBO


"MEU YAUARETÊ, MINHA ONÇA VERDADEIRA. VOCÊ É O REI DA FLORESTA, REI DA MATA BRASILEIRA, MEU TAQUARAÇU DE ESPINHO, MEU CARIOCA MINEIRO, MEU AMOR E MEU CARINHO, UIRAPURÚ VERDADEIRO. O AMADOR DE PASSARINHO." ANTÔNIO CARLOS JOBIM


"SUAS MELODIAS SÃO EXTRAORDINÁRIAS. ELAS SÃO ÚNICAS. MILTON NASCIMENTO É PROVAVELMENTE O MAIOR COMPOSITOR BRASILEIRO PÓS JOBIM/GILBERTO" PAUL SIMON


"MILTON É UM COMPOSITOR BRILHANTE, ELE TEM UMA DAS VOZES MAIS INCRÍVEIS QUE EU JÁ OUVI. SUAS MELODIAS TÊM UMA SIMPLICIDADE, QUE VÃO DIRETO AO CENTRO DO SEU CORAÇÃO." HERBIE HANCOCK


"BITUCA MANDA EM MIM." CHICO BUARQUE


"COMO UM PATRIMÔNIO DO BRASIL, O VALOR CULTURAL DO MILTON NÃO PODE SER MEDIDO APENAS EM TERMOS COMERCIAIS. O TESOURO DO MILTON PODE SER REPARTIDO DE MANEIRAS AINDA NÃO IMAGINADAS". WAYNE SHORTER


"NUNCA ENCONTREI NINGUÉM QUE TIVESSE POR ELE UM SENTIMENTO AMARGO. DISCRETO, MILTON FOI SE FAZENDO FAMOSO SEM NUNCA COLOCAR A CARAPUÇA DE REI." DORIVAL CAYMMI


"VOCÊ FOI CHEGANDO, HUMILDE E TOMOU CONTA DO MEU CORPO PARA SEMPRE. ENCHEU MEUS DIAS DE BELEZA E RAZÃO PARA VIVER." LÍLIA SILVA CAMPOS, MÃE DE MILTON NASCIMENTO


...fiquei com todas !


Você, além de tudo isso, CANTA COMO NINGUÉM!!!


E, como disse Elis:


"SE DEUS CANTASSE, SERIA COM A VOZ DO MILTON" !


E, será que Ele não canta ?


Um abraço meu querido Miltons, MiNas, Milton Nascimento !!!






E, a vocês, meus amigos, deixo uma pequena amostra do que foi o final de um dos shows do nosso ídolo, em que tive o prazer de estar presente. Me desculpem pela (má) qualidade do vídeo e participação pior ainda no coral (a culpa é dele, que insistiu para que o acompanhássemos)...(risos), mas, sabemos que para apreciar Milton,

"...de qualquer maneira vale a pena".


Músicas: A Lua Girou - Nada Será Como Antes - Caxangá (Final do Show "Semente da Terra" - Espaço das Américas em 02/jul/2017 Intérpretes: Milton Nascimento (com participações especiais de Manoel e Fatima Bispo, Gustavo e Andrea Bispo, e Demais presentes)  AA: Milton Nascimento; Milton Nascimento/Ronaldo Bastos; Milton Nascimento/Fernando Brant - Postado por: NelBispo



Se você gostou, não do vídeo acima (risos), mas do todo, e acha que tem alguma coisa em comum com tudo isso, não deixe apenas um comentário (que já é de grande valia), mas conte-me também sua história, suas passagens, suas lembranças e, quem sabe consigo colocá-las aqui. Clique aqui



*Isso foi uma brincadeira e um jeito de provocar a inteligência e sagacidade dele, pois sei que ele, como um bom mineiro, responderia: ...e você é muito bunitim

Kkkkkkkkkk (deixar invisível para, se um dia o Milton vir esse blog, tenho certeza que a resposta dele será essa, assim fica registrado aqui, nesta data 07/07/2019, para comprovar que eu já sabia)





1 - Nos bailes da Vida - (1981) Caçador de mim • Ariola • LP


Música: Nos Bailes da Vida Intérprete: Milton Nascimento  AA: Milton Nascimento/Fernando Brant. Postado por: GeePee 


2 e 3 - Coisas de Minas - (1993) Angelus • CD

Música: Coisas de Minas Intérprete: Milton Nascimento   AA: Milton Nascimento/Wilson Lopes Postado por: Antônio Cesar



4 - Barulho de trem - (1964) • Dex Discos do Brasil • Compacto Duplo


Música: Barulho de Trem Intérprete: Milton Nascimento com a participação do Conjunto Holiday e imagens de Mário Castello  AA: Milton Nascimento Postado por: Adyel Silva



5 e 6 - Último Trem - (2002) Maria Maria/Último Trem (Dubas Universal e Nascimento/Warner - 1980) • CD

Música: Último Trem Intérprete: Milton Nascimento  AA: Milton Nascimento/Fernando Brant Postado por: Far Out Recordings



470 visualizações1 comentário

© 2019 por nelbispo.com by Wix

  • Facebook ícone social
  • YouTube
  • Twitter ícone social
  • Instagram